Reserva de mercado para incorporadoras e novos valores do PMCMV geram oportunidades

 

Cabreúva se torna mais atrativa para incorporadoras

Com o limite antigo de R$80.000,00, Cabreúva se igualava à maioria das cidades do Estado de São Paulo, com uma conta difícil de fechar. 

Com o novo limite de R$130.000,00, pleiteado pela Prefeitura e já concedido pela Caixa Econômica Federal, novos condomínios verticais ou horizontais (vilas) poderão ser construídos com um padrão superior e maior retorno para as construtoras. 

Novos condomínios semelhantes ao Vila dos Girassóis e Vila das Azaleias, com 100% das unidades vendidas em fase de construção, devem ser lançadas nos próximos meses.

Restrição ambiental gera oportunidades

Desde a edição da Lei Municipal nº 288/2005, vigoram as dimensões mínimas de lotes em loteamentos e desmembramento de 500m² na região do Centro e 1.000m² no Pinhal, Bonfim e Jacaré. Com tais limitações ambientais, é economicamente inviável para um construtor individual adquirir lotes para construção popular. Por outro lado, condomínios verticais ou horizontais (vilas), são os métodos construtivos menos nocivos ao meio ambiente com sistemas de pré-tratamento do esgoto no condomínio, e não se submetem a limites tão rígidos de tamanho mínimo das unidades. 

Desta forma, geram grande oportunidade a incorporadores e construtores, pois não enfrentam a concorrência de construtores particulares na geração de moradias, como ocorre em outras cidades. 

Demanda habitacional de mais de 4.000 moradias

Desde 2006, é raridade encontrar casas para comprar ou alugar em Cabreúva e o preço dos imóveis e alugueres disparou.

Entre os anos 2005 até 2011 foram gerados cerca de 4.850 novos empregos destacando-se as novas empresas Siemens e Avon, conforme estatísticas disponíveis nos sites do SEADE e do CAGED/Ministério do Trabalho. 

Tal situação se potencializa a partir de 2012, com o início da construção de novas empresas multinacionais (DHL e FM Logistic, com previsão de geração de 4.000 novos empregos). 

Com um total de 8.850 empregos criados desde 2005, quando não se encontravam mais moradias em Cabreúva, estima-se que cerca de 13.250 habitantes gostariam de residir em Cabreúva, mas não encontram casas, resultando em uma demanda de 4.400 novas moradias. 

(esta notícia pode ser livremente reproduzida e divulgada)

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